DEDICATÓRIA Não me considero uma escritora... E sim, uma construtora! Uma construtora de estórias. Que ao invés de tijolos e cimentos... Uso em minhas construções materiais mais firmes, mais sólidos... Compostos de: “Simplicidade, ensinamentos, verdades, dramas, comédias, emoções, e, sobretudo... Amor, Amor e Amor!” ENTRE, ESSA CASA É SUA AGORA. Inez Marcondes
domingo, 29 de agosto de 2010
Filha, lembra-se dessa música? Quando você me imitou dançando... Fazendo uma divertida brincadeira com sua mãe? E quase você me matou de tanto rir?
Passamos por tantos momentos, não
filha?
Tantos sofrimentos...
Hoje, percebo que esses momentos fizeram, nos transformaram no que somos hoje!
Pessoas felizes, fortes, determinadas!
Superamos todos eles com ajuda e proteção do Universo!
Mas, também tivemos momentos ine"Z"quecíveis, como esse... Que você quase matou sua mãe de tanto rir!!
Que bela e rica plantação que fiz no decorrer da minha jornada nesta vida, você, minha netinha, meu genro e todas as pessoas que amo, são os frutos...
E muitos bons frutos ainda irei colher!
Obrigada Deus! Obrigada por ter me ajudado a cada passo!
Por ter me dado forças!
Por secar minhas lágrimas!
Por me confortar nos maus momentos!
Por me dar chance de continuar minha jornada!
Por todo esse amor!
"Console-me... Momentos"
Eu em cena junto com as atrizes, Fátima Santos, e Solange com a sktche em homenagem as mulheres: "Console-me...Momentos"
Na cidade de Taubaté, SP.
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Eu na Bienal com o livro: "Para sempre...Bar Boemia "
Carequinha....Mas, com um belo par de pernas não acham?
E ao lado, cenário do "Mambo que te quero Mambo!"
Abaixo, cenas do "Mambo... Oswaldo em cena no meio da platéia.
Nesta primeira foto, eu e meu grupo de teatro recebendo aplausos com minha terceira peça: "Mambo que te quero Mambo!"
Meu segundo texto de teatro - Eu em cena de terno - interpretando o Rei Sarneu segundo - Na peça: "Otarinos, um Reino em crise!" 1988 Peça premiada.
"Sonhos Passageiros"
Há mais entre a vida e a morte...
Há mais entre os sonhos e a realidade...
Não importa que sejam eles... Passageiros!
Companhia AthoZ de teatro e ICEF Apresentam:
Em breve a estréia nos palcos de Florianópolis:
SONHOS PASSAGEIROS
De: Inez Marcondes
Com: Lidiane Mesquita e Luciano Oschelski
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Pátria amada, querida...
Ao ouvir o hino nacional, um arrepio percorre meu corpo...
Uma emoção invade minha alma, meu coração.
E o amor explode dentro de mim!
Te amo minha pátria!
Te amo por tudo que passas... Pela tristeza...Pela indignação... Pela vergonha que tu sentes, com o que teus governantes fazem, ou melhor pelo que não fazem...
Teu solo é tão rico, e tão mal aproveitado!
Tens tanta riqueza natural, e é covardemente roubada!
Tens florestas verdejantes, mas que agonizam devastadas, sem piedade!
Òh! Minha Pátria querida...
Não há mais amor...
Não há mais Patriotismo...
Não há mais bravos lutadores, "caras pintadas": para te defenderem, te enriquecerem!
Brava gente brasileira, que no solo da mãe gentil inerte, despeja as promessas, as mentiras, os roubos, os sofrimentos, o descaso que tem sofrido.
Òh! Minha Pátria querida, idolatrada, que vontade de tomar-te em meus braços e te afagar, mas, no entanto me jogo em teu solo e te molho com minhas lágrimas!
Inez Marcondes
Sobre o amor....
O amor...
È como a rosa... Que nos encanta... Nos alegra... Nos deixa caminhando sob nuvens...
No entanto, as vezes como nas rosas tem também seus espinhos que nos ferem!
Inez Marcondes
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Eu nunca quis ser....
Eu nunca pensei, ou quis ser mãe...
E de repente me vi grávida, aconteceu e nasceu minha linda e amada filha!
È tão talentosa quanto a mãe, já vi ela contracenar, atuando em várias peças minha, foi emocionante!
O tempo passou, minha filha formada, casada...
Agora me vejo louca para ser avó!
Ôba! Já sou avó, nasceu no dia 16 de Março a minha amada netinha, Maria Clara, linda, fofa!
Olha lá eu me tornando uma avó coruja!
Uma avó coruja!
Pode?!
E de repente me vi grávida, aconteceu e nasceu minha linda e amada filha!
È tão talentosa quanto a mãe, já vi ela contracenar, atuando em várias peças minha, foi emocionante!
O tempo passou, minha filha formada, casada...
Agora me vejo louca para ser avó!
Ôba! Já sou avó, nasceu no dia 16 de Março a minha amada netinha, Maria Clara, linda, fofa!
Olha lá eu me tornando uma avó coruja!
Uma avó coruja!
Pode?!
Decisão...
Hoje, acordei, fiz minhas orações matinais de agradecimentos...
E tomei uma decisão!
Basta de decepções, feridas causadas pelo descaso...
Fiz minha parte, por anos fiz minha parte, agora ele e sua consciência...
Ele, meu pai....Pai!
O quanto a gente deseja, luta conhecer e ser reconhecida pelo pai, e dói ainda mais quando ele já sabe de sua existencia, e... Nada!
E judicialmente conseguimos o "tão importante nome do pai" nos documentos... Que tão compreendida tolice!
Jamais na maioria dos casos, seremos amados por eles, nos tornar filhos do coração...
Sempre haverá o descaso....Nem mesmo um "Oi" "como vai"... "Como tem vivido?"
Vou secar essa ferida!
Vou por um fim nesse trecho triste e solitário no caminho desta minha vida!
Deixarei para o Universo, pois o Universo é justo! E sabiámente ele paga a quem tem créditos, e cobra e como cobra a quem tem dívidas!
Talvez meu pai, um dia, nem que seja por um minuto, o Sr. lamentará por todo esse descaso que me fez...
Minha vida continuará, e limparei meu coração, sem mágoas, para que eu possa viver sem o peso dessa dor!
Inez Marcondes
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O artista, para Inez Marcondes.
Fernando Marcelo, trabalhou um tempo no meu grupo de teatro e sem eu saber, admirava-me, mas, também sem se despedir ele saiu do grupo, não sei até hoje o porquê!
No meu aniversário mandou alguém me entregar, um presente... Um presente que veio em forma de homenagem, a maior e única que até agora pude receber, num cartaz todo trabalhado, que eu guardo até hoje, e que está na minha parede...
Ele escreveu:
"O artista
Para Inez Marcondes
A arte renasce.
Em poucos se forma.
Cria-se o artista,
Sua fuga se completa,
Somos palhaços,
Dançamos bailarinos,
Rimos sarcásticos,
Choramos dramáticos,
Mas, o que há?
Por que não lutar?
Se nós não criamos,
Somos mortos
Folhas secas,
Precisamos reagir,
Criar e extravasar,
Cair e levantar,
Somos emoções
Furacões da vida
Não lutamos por nada
A arte é vida!
O artista sentimento.
Você é criação e criatura,
Personagem e autor,
Mocinho e vilão.
Você é apenas maravilhosa,
Porque foi à luta,
Pelo que acredita.
Você é uma artista,
Você é arte! "
Fernando Marcelo
Que mais posso dizer? Aonde você estiver Fernando Marcelo, muito obrigada por essa homenagem.
Inez Marcondes
Grupo "ATO" de teatro amador...
O grupo "ATO" de teatro amador, sobreviveu de 1985 a 1995, dez anos...
Dez anos de muita luta, de muita raça, de muita coragem e sobretudo de amor...
Depois escrevi o texto: "Otarinos um reino em crise" Texto este que serviu de inspiração para a novela: "Que Rei sou eu"
E veio: "Mambo que te quero Mambo!" Um sucesso.
"Do tango a lambada...Um crime é quase nada!" Caiu no gosto do público.
" A Dama do coreto" Drama que emocionou e encantou.
Várias apresentações de Sktches: "Console-me Momentos!"
"Socorro deixem -me viver!"
" Indepêndencia ou morte , o clamor de todos os tempos!!
Quantos atores, atrizes amadores que passaram pelo meu grupo, talentosos, não sei se seguiram a carreira, muitos optaram por outras, outros se casaram...
Passamos por tantos momentos...
Como é duro a vida de um grupo de teatro ainda amador, sem apoio, sem ajuda...
Mas, eu posso dizer que tive sorte, porque com muita luta, verdade, e fé, muita fé, conseguia apoio, as portas se abriam...
Não tanto quanto necessitávamos, mas, conseguiámos apoio.
A luta era tão ardúa, que escrevi a peça: "Não me digas adeus, o sonho ainda não acabou..."
que falava justamente de um grupo de teatro de uma cidade que cansados de não ter apoio decidem se tornar mambembes indo de cidades a cidades levando e apresentando seus trabalhos.
Olho para trás quanta experiência, e hoje com meus cinquenta anos meu sonho ainda não acabou, continua forte, bem forte aqui na cidade de Florianópolis, e sinto que estou chegando bem perto de realizá-los, valeu a pena, toda essa caminhada, toda essa labuta em prol da minha arte e daqueles que acreditam.
Fim de noite...Bar Boemia!
" Fim de noite... Bar Boemia!"
Foi meu primeiro texto de teatro, selecionado no ENCUT ( Encontro Cultural de Taubaté, SP) entre os melhores texto de teatro do estado de São Paulo em 1985.
E minha primeira estréia como autora e diretora com sua montagem se deu na noite do dia 23 de Novembro de 1985 no extinto museu na cidade de Guaratinguetá, SP.
Foi uma noite ineZquecivél...
Ali iniciava também, o Grupo "ATO" de teatro amador de Guaratinguetá...
Uma brilhante apresentação, fomos aplaudidos de pé pela platéia, que segundo a secretária de cultura da época Maria josé Nunes, platéia essa composta de pessoas de nivél elevado.
E certamente de pessoas que gostam de teatro, independente do nivél.
Dez anos depois, do texto de teatro, nasceu o livro: "Para sempre...Bar Boemia!"
Vinde a mim, Boêmios...
Bar Boemia.
A vida é uma poesia!
E a noite cheia de inspirações leva os boêmios à caça de emoções, sonhos e fantasias, aos bares da vida!
Èbrios solitários!
Amantes da noite!
Em busca do amor...
Do prazer da carne...
E no final de cada noite a trajetória dos seus passos cambaleantes pelas calçadas adormecidas, alheias e desentendidas!
Martinho Larrosa
Personagem fictício do livro: "Para sempre...Bar Boemia!"
Inez Marcondes
A vida é uma poesia!
E a noite cheia de inspirações leva os boêmios à caça de emoções, sonhos e fantasias, aos bares da vida!
Èbrios solitários!
Amantes da noite!
Em busca do amor...
Do prazer da carne...
E no final de cada noite a trajetória dos seus passos cambaleantes pelas calçadas adormecidas, alheias e desentendidas!
Martinho Larrosa
Personagem fictício do livro: "Para sempre...Bar Boemia!"
Inez Marcondes
Até a noite...
A noite cai, trazendo consigo a amarga melancolia da solidão...
Enquanto que a brisa leve do vento varre das ruas e avenidas as sujeiras do "porcos" que se infiltram no meio dos seres humanos.
A noite cai, trazendo consigo o cansaço do dia, o suor do corpo...
Enquanto que os boêmios se refugiam nos bares da vida encantados com a luz de néon.
A noite cai, trazendo consigo a luz mágica do luar...
Enquanto que o brilho das estrelas reluz soberbas no negro céu.
A noite cai, trazendo ânimo, esperança aos corações desiludidos.
A noite cai, enfeitiçando os corações dos amantes.
A noite cai, dividindo-se em sonhos e pesadelos.
Serenamente sem se pertubar...
Enquanto a rotina da vida se espalha lentamente sobre o mundo, quebrando o encanto da noite.
E a noite se vai...
Sem barulho...
Sem alarde...
Sem remorsos...
Enquanto que a manhã sonolenta e preguiçosa vem recolher os restos da noite, dos farrapos, dos encontros, desencontros, dos adeus, das voltas e de um até...
À Noite!
Inez Marcondes
Enquanto que a brisa leve do vento varre das ruas e avenidas as sujeiras do "porcos" que se infiltram no meio dos seres humanos.
A noite cai, trazendo consigo o cansaço do dia, o suor do corpo...
Enquanto que os boêmios se refugiam nos bares da vida encantados com a luz de néon.
A noite cai, trazendo consigo a luz mágica do luar...
Enquanto que o brilho das estrelas reluz soberbas no negro céu.
A noite cai, trazendo ânimo, esperança aos corações desiludidos.
A noite cai, enfeitiçando os corações dos amantes.
A noite cai, dividindo-se em sonhos e pesadelos.
Serenamente sem se pertubar...
Enquanto a rotina da vida se espalha lentamente sobre o mundo, quebrando o encanto da noite.
E a noite se vai...
Sem barulho...
Sem alarde...
Sem remorsos...
Enquanto que a manhã sonolenta e preguiçosa vem recolher os restos da noite, dos farrapos, dos encontros, desencontros, dos adeus, das voltas e de um até...
À Noite!
Inez Marcondes
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
